Momento dos Planos de Saúde!

Crise tem afetado planos de saúde em todo o Brasil

Os planos de saúde perderam 617 mil clientes apenas no primeiro trimestre de 2016, segundo a Agência Nacional de Saúde Sumplementar - ANS.
É a terceira queda seguida e a maior em números de clientes perdidos na história da ANS, que começou em março de 2000. No auge, o setor chegou a reunir 50,49 milhões de clientes, em dezembro de 2014, e em maio de 2016 contava com cerca de 48,824 milhões.
A maioria dos beneficiários perdidos vêm de planos empresariais, 469 mil pessoas, o que significa que o desemprego na casa dos 10,9% faz com que mais famílias fiquem vulneráveis a atendimentos do Sistema Único de Saúde – SUS.
Muitas empresas optam ainda por cortar o plano de saúde dos colaboradores ou repassar o valor integral a eles para conseguir pagar corretamente os salários. Sendo assim, os profissionais devem optar por pagar planos familiares ou individuais por conta própria, que saem também mais caro do que os empresariais.
Nesse cenário, as administradoras de planos de saúde precisam ter foco na gestão de sua carteira de clientes para manter o mercado funcional e continuar operando com os clientes que tem.
O panorama ainda é bastante delicado para os próximos anos, pois as projeções são de que os cortes em planos de saúde pelas empresas deve continuar até pelo menos o fim de 2016.
A insegurança política e econômica traz problemas para a saúde das empresas e de seus colaboradores. Pelo que tudo indica, devemos ter um cenário mais favorável e estável por volta de 2018.
Mesmo diante desse cenário, os planos de saúde da Amil continuam a manter as vendas aceleradas, com um aumento da sua carteia de clientes, em razão do investimento no interior na compra de hospitais e aumento da rede credenciada. Atualmente a Amil é a maior empresa de medicina de grupo no Brasil, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar.